sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Em dia com as postagens

Ufa! Finalmente consegui ficar em dia com as postagens que preciso fazer para o curso de extensão. A parte mais curiosa é que tenho gostado muito de escrever aqui. Parece que eu gosto de escrever e não sabia.
Na última aula do curso, alguns grupos apresentaram ideias de como o Facebook, o Edmodo (que até então nunca tinha ouvido falar) e o Whatsapp podem ser usados como ferramentas para as aulas (de inglês, já que todos são professores de inglês lá). Confesso que nunca tinha pensando em passar atividades através desses recursos, criando grupos de alunos ou abrindo páginas para que eles tenham acesso à conteúdos relacionados às aulas.
Sempre pensei no Facebook e no Whatsapp no singular; eles não eram plural. Eram só Larissa, seus amigos, seus "likes/ dislikes", seu "share", suas conversas.
E não é que essas duas redes podem ser plural? Eu posso sim, ter o singular, mas posso também ser a professora/alunos, ou melhor, a professora+os alunos. É possível criar um grupo de alunos no whatsapp para tirar dúvidas, compartilhar conteúdo sobre as aulas e fazer atividades (do tipo, gravar um áudio em inglês e pedir para que continuem a história - como uma moça do curso sugeriu; ou, lançar perguntas para que os alunos respondam e criem uma nova pergunta a partir da resposta que deram). Assim também dá para usar o Facebook. Uma vez colocando essas ideias iniciais em prática, outras irão surgir e se eu compartilhar disso com outros professores podem dar sugestões para novos usos (ah, e os alunos também).
São ferramentas fáceis de serem usadas e é muito difícil encontrar um aluno que não tenha uma das duas.
Quanto ao Edmodo, não tentei usá-lo ainda. Pelo que pude perceber, ele é muito parecido com o Facebook, mas voltado à educação. Foi criado em Chicago por duas pessoas da área da educação que queriam aproximar a maneira como os estudantes vivem com as coisas que aprendiam na escola. A definição da própria rede, "Edmodo helps connect all learners with the people and resources they need to reach their full potential" . Por isso, seu uso fica restrito aos alunos e aos professores e parece ser bem interessante (além de ser todo em inglês).
Além de poder (re)conhecer algumas ferramentas virtuais, tenho feito leituras muito interessantes (nas postagens anteriores, citei algumas delas) que têm mostrado pra mim algo que eu já desconfiava: a tecnologia em sala de aula não é um beast with seven heads (just kidding! Rs); a tecnologia em sala de aula não é something very difficult; ela não é inimiga do professor, mas sim sua parceira. Além disso, apropriar-se do novo e estar aberto a ele devem ser as constantes tarefas do professor.

Já que tudo avança, por que a educação não pode avançar também?

Como aproximar a relação aluno+professor+professor+aluno, simplesmente ignorando a realidade de cada um? Ignorando o fato de que as gerações de agora não sabem o que é ter uma ficha para ligar no orelhão?

Termino com a seguinte reflexão: “[...] compreender é compreender-se, interpretar é interpretar-se. Isso é um risco, posto que exige expor-se diante de si mesmo” (professor Augusto João Crema Novaski)









quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Sobre celular e sala de aula

Semana passada, li o seguinte texto: "Will mobile learning change language teaching?" (Agnes Kukulska-Hulme).
Na minha opinião, o uso do celular tem mudado sim o ensino. Com os seus pontos positivos e negativos, eu prefiro ficar com os positivos.
Por que o celular não pode ser uma ferramenta através da qual o professor promove atividades pedagógicas? Se os alunos estão 24/7 ligados no tal aparelinho (às vezes, aparelhão), por que não lançar desafios, pesquisas e outras atividades através desse equipamento eletrônico?
Pode ser que eu mude de ideia. Mas, por enquanto, a frase do texto que melhor descreve os meus pensamentos sobre o uso de celular em sala de aula é:

"[...] educators get closer to understanding their learners' preferences, needs and motivations." 




Tirando o peso da consciência - parte 2

Aqui vou eu, a pensar sobre a minha segunda postagem no blog...

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Agora vai:

Durante uma das aulas do curso de extensão, tive que visitar um blog de alguém da turma e fazer alguns comentários. Como o Rodrigo estava sentado do meu lado, resolvi dar uma espiadinha no blog dele. Encontrei alguns vídeos muito legais que me fizeram pensar em situações que tinha vivido na sala de aula naquela semana. Eis que coloco minhas ideias no papel (confesso que, mesmo com tanta tecnologia, adoo um papel), ops, na tela.
Através do blog do Rodrigo, conheci outro blog. Era o de um professor de história da rede estadual e, lá, ele postava, separando por séries, tarefas para os alunos fazerem para as próximas aulas, vídeos relacionadas às aulas para eles assistissem e algumas dicas sobre as matérias ensinadas.
Poxa! Que ideia legal a desse professor de história. Fiquei com uma vontade de abrir um canal assim para os meus alunos...
Pronto. Missão cumprida. Entrar num blog? Checked; Fazer um comentário? Checked. Ter certeza de que seu comentário foi publicado? Ops! Tinha essa parte também? SIM!!!
Eu descobri que meus comentários não foram publicados, quando voltei ao blog do Rodrigo para acompanhar as postagens dele. Foi aí que descobri que eu tinha que ter escolhido um perfil para eles fossem postados.
Rodrigo, I'm sorry.

Outra coisa legal que conheci através do curso foi o Padlet. De uma maneira simples, o Padlet pode ser definido como uma plataforma onde você armazena seus arquivos na rede e compartilhar com o grupo de pessoas que você quiser.
E não é que descobri mais uma ferramenta legal para as aulas?
Eu posso preparar materias ou selecionar textos e compartilhá-los com os meus alunos, ou mostrá-los na sala de aula. Assim, eu conseguiria reduzir o número de cópias que precisariam ser impressas pra que as atividades fossem desenvolvidas.

Abro um parêntese aqui (a ideia da redução do número de cópias veio por dois caminhos: um- embora eu goste de papel, não gosto de fazer muitas cópias; dois- o tema norteador deste ano, na escola que trabalho, é sustentabilidade e a equipe tem pensado em maneiras de conscientizar os funcionários, os próprios professores e os alunos a respeito da importância do cuidado com o meio ambiente e em mostrar como as nossas pequenas ações pode ser grandes contribuições para o planeta)

Parêntese fechado e post concluído.  



terça-feira, 6 de outubro de 2015

Um pouquinho de humor para a semana...




Quando olhei para a imagem pela primeira vez, pensei: A!!! Os alunos querem que o professor enfie o inglês na cabeça deles, sem que eles façam o menor esforço pra isso. Aí, quando encaram uma situação como a da imagem, acontece isso. Ficam mais perdidos que cego em tiroteio (they don't know if they are coming or going).
Mas quando resolvi postar a imagem no blog, olhei novamente e pensei da seguite forma: será que o cliente deu a resposta que deu à garçonete pela expressão ríspida com que ela o atendeu?  E no fundo, ele sabia o significado da pergunta, mas se sentiu acuado pela expressão da atendente?
Caraca!!! Parei tudo!!! Quantos professores já fizeram, fazem e farão isso com os seus alunos?
Sob outra perspectiva, quantos alunos já não minaram as práticas de seus professores pela maneira com que interagem com eles?
Será que já fiz ou faço parte de um desses grupos?
Coisas para se pensar... Coisas para se refletir...
Gente precisando ser gente...

sábado, 3 de outubro de 2015

Tirando o peso da consciência - parte 1 (primeira postagem)

Ufa, finalmente consegui parar pra escrever aqui no meu blog. Claro: vida corrida, trabalho, mil coisas ao mesmo tempo pra fazer, mas, agora, finalmente deu certo.
Há muito tempo, quando me preparava pra fazer um intercâmbio, uma tia minha, que foi minha professora de ingês, comentou comigo sobre o blog de uma aluna sua que tinha ido pra China. Ela me passou o link e resolvi fazer uma visitinha virtual por lá.
As postagens eram muito legais: aventuras, micos, palavras e expressões novas, dicas, e por aí vai. Através desse blog, comecei a acompanhar outros que estavam associados ao dessa menina. Então, decidi montar o meu blog.
Nem preciso dizer que nem me lembro mais do nome do meu blog (rs). Até fiz algumas postagens antes da minha viagem, mas, como nunca tive o hábito de "diariar", acabei não seguindo em frente com o meu diário de bordo virtual.
Depois de longos e tenebrosos (nem tão tenebrosos assim) invernos, primaveras, verões e outonos, estou eu aqui, criando um blog novo e, quem sabe, desta vez, criando gosto pela tarefa do "diariar".
A (re)criação do blog foi bem simples e o (re)uso foi tranquilo também. Aha! Ponto positivo!!! Ferramenta fácil e prática que posso trazer pro meu dia a dia na sala de aula.

Aqui abro um grande parêntese... (sim, nos longos e tenebrosos invernos, primaveras, verões e outonos, fiz meu intercâmbio durante um ano e meio, voltei pro Brasil, comecei a trabalhar como professora em lugares diferentes, fiz alguns cursos relacionados ao ensino de inglês e agora estou fazendo um curso de extensão sobre o uso de tecnologias e o ensino de línguas estrangeiras. Viu só? Não foi à toa que voltei pra criação de um blog) (Sem ponto final; esse parêntse ainda continua em movimento)

Durante a primeira aula do curso de extensão, comecei a pensar em como trazer essa ferramenta pro meu contexto de sala de aula e fiquei bem animada com as possíveis mudanças que posso fazer na minha prática. Com um blog, consigo abrir um canal entre mim e os alunos (já que eles estão o tempo todo conectados) e postar dicas de vídeo e leitura sobre os assuntos que trabalhamos em sala, passar algumas atividades pra que eles preparem para a próxima aula e, bom, acho que quando eu realmente colocar a coisa pra funcionar, outras ideias irão aparecer. Ah, e o mais legal é saber que o blog vai me ajudar a deixar os 110 minutos semanais com cada turma mais longos.

Vou abrir outro, mas dessa vez mais curto... (curioso como a educação lida com o ensino de uma língua estrangeira; no mercado de trabalho, inglês é essencial; na comunicação entre os povos, inglês é a base, a língua dos negócios; tempo de aprendizado para os alunos, 110 minutos semanais, quando não são apenas 50 - acho isso meio estranho e essas ideias têm martelado um pouco na minha cabeça)

Por hoje, quero concluir com a seguintes frases, que resumem o meu encantamento e o meu despertar para o uso da tecnologia em sala de aula (aliás, confesso que esse meu des-"conhecimento" é bem limitado):
"[...] o impacto do computador e da Internet na sociedade 'é  menor como revolução tecnológica do que como revolução dos modos sociais de interagir lisguisticamente'[...]"
"[...] o blog pode contribuir para o desenvolvimento da motivação e da autonomia dos alunos em realção ao processo de aprendizagem [...]"

sábado, 19 de setembro de 2015




Morning, folks!



Compartilhando e curtindo o meu próprio estranhamento ao criar meu primeiro blog.


                                             
Próxima postagem: now loading...